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Enquanto O GLOBO coloca em manchete da edição de sábado que "Calote
de microempresa derruba o lucro da Caixa" - "poderosas"
estas micros e pequenas empresas - atribuindo a um aumento
de inadimplência de 5,3% em janeiro de 2006 para 8% em fevereiro de
2007, mas sem dizer se de volume de dinheiro ou se de número de
devedores, ficamos imaginando como será nos próximos meses
quando se medirem os reflexos da extinção PURA e SIMPLES dos
programas dos SIMPLES ESTADUAIS, tema da brilhante coluna
de Luis Nassif, reproduzida abaixo.
Pior ainda quando se derem conta de que o imposto sobre as PMEs
.... aumentou, pois quando o então Ministro da Fazenda,
Antonio Palocci, anunciou que iria aumentar o teto da PMEs não
para os R$ 2,4 mi atuais, mas para R$ 3,6 mi pedidos pelos
empresários do Rio, desde que a alíquota máxima passasse para cerca
de 12 %, o que seria mais do que justo.
Mas, numa destas coisas que só acontecem num país como o Brasil, o
então todo-poderoso secretário da Receita federal, Murilo
Portugal, "desautorizou" o Ministro, dizendo que o
teto ia mesmo ficar em R$ 2,4 MI, .... MAS QUE ELE TINHA GOSTADO
do AUMENTO PARA 12 % na alíquota máxima. Ou seja, um aumento de
quase 50 % no imposto para as MPEs.
Quem aderiu ao
Super-Simples achando que iria levar vantagem ........ não deve ter
lido MAQUIAVEL!
Arthur Fraga - Consultor de Comunicação e Economia ALOSERJ |